quinta-feira, 23 de setembro de 2010

















Jesus, Nosso Senhor

O Espírito do Senhor está sobre Mim, pelo que Me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-Me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor. Luc. 4:18 e 19.

Cristo não proferia palavras que revelassem Sua importância ou mostrassem Sua superioridade; Ele não desprezava Seus semelhantes. Não fazia pretensão de autoridade por causa de Sua relação com Deus, mas Suas palavras e ações demonstravam que Ele tinha conhecimento de Sua missão e caráter. Falava das coisas celestiais como Alguém familiarizado com tudo que era divino. Falava de Sua intimidade e unidade com o Pai como uma criança falaria de sua ligação com seus pais. Falava como Alguém que viera iluminar o mundo com Sua glória. Nunca defendia as escolas dos rabinos; pois era o Mestre enviado por Deus para instruir a humanidade. Como Alguém no qual se encontra todo o poder restaurador, Cristo falava em atrair todos a Si mesmo, e em conceder vida eterna. NEle há poder para curar toda doença física e espiritual.


Cristo veio ao nosso mundo com a percepção de algo mais do que a grandeza humana, para realizar uma obra que devia ser infinita em seus resultados. Onde O encontrais realizando essa obra? Na casa de Pedro, o pescador. Descansando junto ao poço de Jacó e falando à samaritana sobre a água viva. Ele geralmente ensinava ao ar livre, mas às vezes no Templo, pois assistia às reuniões do povo judeu. Na maioria das vezes, porém, ensinava ao estar sentado na encosta de uma montanha ou no barco de um pescador. Ele entrava na vida desses pescadores humildes. Sua simpatia estava voltada para os necessitados, sofredores e desprezados; e muitos eram atraídos para Ele.


Quando foi elaborado o plano da redenção, ficou decidido que Cristo não apareceria de acordo com o Seu aspecto divino; pois nesse caso Ele não poderia comunicar-Se com os aflitos e sofredores. Deveria vir como pessoa pobre. Poderia ter aparecido de acordo com Sua elevada posição nas cortes celestiais; mas não o fez. Ele precisava chegar às ínfimas profundezas do sofrimento e da pobreza humana, para que Sua voz pudesse ser ouvida pelos oprimidos e decepcionados. Signs of the Times, 24 de junho de 1897.

Os Discípulos

Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Atos 4:33.

Depois da crucifixão de Cristo, os discípulos eram um grupo indefeso e desalentado — como ovelhas sem pastor. Seu Mestre fora rejeitado, condenado, e pregado na ignominiosa cruz. Os maiorais e sacerdotes judeus haviam declarado com escárnio: “Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-Se. É Rei de Israel! desça a cruz, e creremos nEle.” Mat. 27:42.


Mas a cruz, esse instrumento de vergonha e tortura, trouxe esperança e salvação ao mundo. Os discípulos se reuniram; seu desespero e o senso de inutilidade os abandonara. Seu caráter fora transformado e eles se uniram pelos laços do amor cristão. Eram apenas homens humildes, sem dinheiro e com nenhuma outra arma senão a Palavra e o Espírito de Deus, considerados pelos judeus como meros pescadores.


Entretanto, na força de Cristo, saíram para testemunhar da verdade e para triunfar sobre toda a oposição. Revestidos da armadura divina, puseram-se a contar a maravilhosa história da manjedoura e da cruz. Sem honra ou reconhecimento terrestres, foram heróis da fé. De seus lábios saíram palavras de eloqüência divina que abalaram o mundo. Os que rejeitaram e crucificaram o Salvador esperavam ver os discípulos desanimados, abatidos e prontos para negar o seu Senhor. Com espanto, ouviram o testemunho claro e ousado dos apóstolos, dado sob o poder do Espírito Santo. Os discípulos trabalhavam e falavam como Seu Mestre havia trabalhado e falado, e todos os que os ouviam diziam: “Eles estiveram com Jesus, e aprenderam dEle.”


Ao saírem os apóstolos, pregando a Jesus por toda parte, eles fizeram muitas coisas que os dirigentes judeus não aprovavam. O povo levava para a rua os seus doentes e os que eram afligidos por espíritos imundos; as multidões se aglomeravam ao seu redor e os que haviam sido curados davam louvores a Deus e glorificavam o nome dAquele a quem os judeus haviam condenado, coroado de espinhos e feito com que fosse açoitado e crucificado. Signs of the Times, 20 de setembro de 1899.



Apxsar dx minha máquina dx xscrxvxr sxr um modxlo antigo, funciona bxm, com xxcxção dx uma txcla.
Há 42 txclas qux funcionam bxm, mxnos uma, x isso faz uma grandx difxrxnça.

Às vxzxs, mx parxcx qux mxu grupo x como a minha máquina dx xscrxvxr, qux nxm todos os mxmbros xstão dxsxmpxnhando suas funçõxs como dxviam, qux txm um mxmbro achando qux sua ausxncia não fará falta…

Vocx dirá: “Afinal, sou apxnas uma pxça sxm xxprxssão x, por isso, não farxi difxrxnça x falta à comunidadx.” Xntrxtanto, para uma organização podxr progrxdir xficixntxmxntx, prxcisa da participação ativa x consxcutiva dx todos os sxus intxgrantxs.

Na próxima vxz qux vocx pxnsar qux não prxcisam dx vocx, lxmbrx-sx da minha vxlha máquina dx xscrxvxr x diga a si mxsmo: “Xu sou uma pxça importantx do grupo x os mxus amigos prxcisam dx mxus sxrviços!”

Pronto, agora consertei a minha máquina de escrever. Você entendeu o que eu queria te dizer?
Percebeu a sua imensa participação na vida daqueles ao seu redor? Percebeu que assim como tem pessoas que são importantes para nós, também, somos importantes para alguém?
Lembre-se de que somos parte do Universo e como tal somos uma peça que não podemos faltar no quebra-cabeça da vida…

Autor: Desconhecido
Sempre me renovando, e me renascendo a cada dia diante das dificuldades !*

Ana Beatriz Pra Quem Nada Tem

A renovaçao da Aguia

http://www.youtube.com/watch?v=vXpowd4ZHtI